Repertório

O Lago dos Cisnes

A montagem de O Lago dos Cisnes do BTG é uma releitura contemporânea do clássico de Tchaikovsky. O balé conta a história da jovem Odette, transformada em cisne por um bruxo. Ela e o príncipe Siegfried se apaixonam, porém o feitiço do bruxo os impede de ficar juntos. A versão do BTG foi coreografada por Luiz Fernando Bongiovanni, o mesmo coreógrafo de Carmen e Romeu e Julieta, outros balés com versões consagradas pelo Balé Teatro Guaíra. Com forte apelo visual, O Lago dos Cisnes combina a movimentação fluída dos bailarinos-cisne com argila branca e momentos de chuva no palco.

 

 

 

A Sagração da Primavera

 

A Sagração da Primavera estreou em 1913 em Paris e gerou grande polêmica, escandalizando a sociedade francesa pelos movimentos ritualísticos da dança. A ousada composição musical de Igor Stravinsky, com coreografia de Nijinsky, revelou a chegada do mundo moderno, subvertendo a estética artística da época.

A obra conta a história de uma jovem que é escolhida para ser sacrificada como oferenda ao Deus da primavera em um ritual primitivo, a fim de trazer boas colheitas para a tribo. Ela irá dançar até morrer.

Entre 2012 e 2014, o Balé Teatro Guaíra se apresentou com A Sagração da Primavera, com coreografia da portuguesa Olga Roriz, por 9 estados e várias cidades do Paraná, alcançando um público de mais de 30 mil espectadores.

A obra fez parte da celebração dos 50 anos da companhia em 2019.

 

 

 

 

Carmen

Carmen é uma das tragédias mais conhecidas da história da arte. A trama é tecida por Carmen, uma cigana sedutora, o toureiro Escamillo, o cabo da polícia Don José e sua noiva Micaela. A obra nos aproxima da realidade quando escancara o feminicídio, tão conhecido da nossa sociedade atual. Um trabalho que se articula a partir da dramaturgia da ópera e da trilha composta por Rodion Shchedrin e Georges Bizet. Carmen é uma obra criada para o Balé Teatro Guaíra em 2016, com concepção e coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni.

 

 

 

O Segundo Sopro

O Segundo Sopro, chamado de balé das águas, estreou em 1999 e foi criado especialmente para a companhia pela coreógrafa paulista Roseli Rodrigues, falecida em 2010. É um dos espetáculos mais conhecidos do repertório do BTG e une elementos da natureza, como o vento, a água e as pedras, numa simbologia da própria existência.

Os bailarinos dançam, literalmente, sob uma cortina de chuva artificial, num palco coberto por um espelho d’água, que se constituiu, ao longo das apresentações, um dos momentos de maior impacto do balé.