Personagens d'O Butô do Mick Jagger têm que lidar com o vazio pós-fama

Data 20/08/2011 | Assunto: Notícias


Quando o deslumbramento da fama acaba e um vazio toma conta, ficam muitas perguntas sobre o que aconteceu com o amor, a coragem, as habilidades artísticas e a capacidade de se divertir. Tratando desta temática, a peça de Luiz Felipe Leprevost fica em cartaz até 28 de agosto, de quarta a sábado, no Miniauditório do Teatro Guaíra

Se, num primeiro momento, a fama causa apenas deslumbramento, depois pode deixar um vazio e perguntas sem respostas. É o que acontece com as personagens criadas por Luiz Felipe Leprevost para a peça O Butô de Mick Jagger.

Durante aproximadamente 35 minutos, as duas mulheres mantém um intenso e efervescente diálogo, mostrando ao público que perderam o chão, o amor, a coragem e a capacidade de se divertir fazendo música. Tudo acontece na Tumba, garagem onde aconteciam os ensaios da banda, representada aqui num cenário cru.

A peça O Butô do Mick Jagger tem uma estrutura dramática arrojada, aplicando procedimentos de dramaturgia contemporânea, pesquisados pelo autor desde de 2010, também dentro do Núcleo de Dramaturgia do SESI, sob orientação do diretor e dramaturgo Roberto Alvim.




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