Exposição sobre o ator José Maria Santos encerra nesta quinta-feira

Data 25/09/2013 | Assunto: Notícias


São fotografias, documentos e recortes de jornais que mostram a trajetória do ator paranaense e podem ser apreciadas até o dia 26 de setembro, de terça a sexta, das 14 horas às 18 horas, com entrada franca.
A Exposição “Viva Zé” abre nesta segunda-feira, 26, às 20 horas e permanece por 30 dias. O evento tem a direção do jornalista e ator Ulisses Iarochinski em parceria com o Teatro Guaíra. As atividades iniciaram em junho com um encontro entre os artistas que dividiram o palco com o ator José Maria Santos durante a sua carreira artística.

A exposição é composta por 40 fotografias e mais de 20 painéis com matérias divulgadas na imprensa (recortes de jornais) que mostram a trajetória do ator José Maria Santos entre os anos de 1959 a 1989 e suas atuações no teatro amador, profissional, na televisão e no cinema.

José Maria Santos é considerado um ícone do teatro paranaense, e completaria 80 anos em dezembro de 2013. Natural de Guarapuava, nasceu em 12 de dezembro de 1933. Começou sua carreira no Teatro de Adultos do SESI em 1954 e encerrou com as peças "Casal do Barulho" de Dario Fo com sua Companhia Dramática Independente, "Médico a Força" de Molière com o grupo TECEFET e o filme "O Mal" de Valêncio Xavier. Todos em 1989.

Recebeu vários prêmios de melhor ator e diretor. Em 1977 ganhou o “Kikito de Ouro do Festival de Cinema de Gramado” como melhor ator coadjuvante por seu trabalho no filme “Aleluia Gretchen”. Em 1972 criou o grupo amador de teatro “TUT” (Teatro da Universidade Tecnológica) – Escola Técnica Federal do Paraná – que também completa 40 anos de atividades ininterruptas. O ator esteve frente ao grupo até sua morte, que aconteceu dia 4 de janeiro de 1990.

Programação
Além da Exposição “Viva Zé”, para o segundo semestre deste ano estão previstas diversas atividades que mostram o legado cultural deixado pelo artista. Na última semana de setembro, em data a definir, será lançado o filme documentário "José Maria Santos - Arteiro do Paraná", longa de Ulisses Iarochinski. Em outubro chega ao público o livro "José Maria Santos - Um Homem de Teatro", de Ulisses Iarochinski, Luiz Solda e Ismael Scheffler", que vai trazer fotos e textos com as principais entrevistas realizadas com o ator ao longo de sua carreira. Em novembro acontece o lançamento de outro livro “Zé Maria - José Maria Santos e Seu Teatro", escrito por Márcia Regina Pereira de Souza, que traça a carreira do homem de teatro, ator, diretor, professor e produtor e de suas atuações na televisão e cinema.



O Teatro


O ator teve seu nome perpetuado através da Lei Estadual nº 9896 de 11/09/1991, que nomeou o Teatro José Maria Santos, inaugurado em 27 de junho de 1998. Mas o espaço, construção do final do século XIX, antes de se tornar teatro tinha atividades bem diferentes. Funcionou no local a fábrica de malhas e confecções da família Hoffman e a Malharia Curitibana. A primeira atividade artística a ocupar o espaço foi a “Fábrica do Samba”.

Com a venda do imóvel e início da demolição nos anos 90, o ator José Maria Santos mobilizou a classe artística paranaense e o Governo do Estado conseguindo o tombamento do prédio. Em 27 de junho de 1998, o espaço foi batizado com o novo nome, Teatro José Maria Santos sob a administração do Centro Cultural Teatro Guaíra, que atualmente faz parte definitivamente do cenário cultural paranaense

Serviço:
Homenagem ao ator José Maria Santos - "Viva Zé"
Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655, Curitiba – Centro).
De 26 de agosto a 26 de setembro, das 14 horas às 18 horas (de terça a sexta)
Entrada franca.















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