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Histórico

Criado em dezembro de 1999, o G2 Cia de Dança e formado por bailarinos que atuaram no Bale Teatro Guaíra e, incentivados pela pesquisa de movimento e criação coletiva, se dedicam a montagem de espetáculos como “intérpretes criadores”, aliando a sua técnica a maturidade artística na busca de novos rumos e estéticas na linguagem da dança contemporânea. A empatia com o publico traz reconhecimento e da estimulo a sua continuidade.
Incentivados pelas infinitas possibilidades que a dança contemporânea oferece, o G2 atua dentro de uma filosofia de pesquisa e dedica-se à montagem de espetáculos que contemplam as atividades do "intérprete criador". A linha de trabalho da Cia. foi estabelecida por Carla Reinecke na sua criação, e apoiada pelo Centro Cultural Teatro Guaíra.

O espetáculo que lançou a Cia. contou com a participação dos coreógrafos convidados Adriana Grechi (Instável Sonata) e Tuca Pinheiro (Pare! Pense! Faça Alguma Coisa!...). Na montagem seguinte foram acrescidos ao repertório Hysteria, de Júlio Mota, interpretada pela bailarina Carla D'Almeida, que recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Festival de Dança de Sttutgart, Alemanha, por sua atuação neste solo, e ainda a coreografia rezooltado@g2.com.sensu.uau, criação coletiva dos bailarinos.

Em 2000, a originalidade e a qualidade da proposta do trabalho valeu ao Guaíra 2 o Prêmio Estímulo da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por suas apresentações no Centro Cultural São Paulo.

No ano de 2001, o grupo estreou ...de Passagem, concepção e direção de Marila Andreazza, e 1 Corpo 4 Estudos, criação da então diretora Carla Reinecke em parceria com Rosemeri Rocha e os bailarinos.

Em 2002, o G2 apresentou O Tombo, coreografia de Júlio Mota que une dança, canto e técnica de escalada, num espetáculo que investiga o desequilíbrio das situações e dos movimentos. Apresentada em cidades do interior do Paraná e em Puerto Iguazu, Argentina, na abertura do Festival das Três Fronteiras, a coreografia se transformou em um dos maiores sucessos do Guaíra 2 Cia. de Dança.

Em 2003, o grupo apresentou O Vôo do Poeta, de Pedro Pires, baseado na mitologia grega e em textos do poeta grego Odisséa Elýtis, Prêmio Nobel de Literatura de 1979.

Em 2004, duas novas coreografias passaram a integrar o repertório da companhia: em parceria com o Yesbody Teatro Físico, o G2 abre a temporada daquele ano com Ritmove, de Júlio Mota. No segundo semestre é criada Solilóquio (preciso escrever uma carta), de Tuca Pinheiro.

Em sua recente trajetória, o G2 já obteve o reconhecimento da crítica e tem contribuído para a formação de uma plateia interessada no caráter investigativo da dança contemporânea. Somente no ano de 2004, a companhia contou com um público de aproximadamente nove mil espectadores em suas apresentações no Paraná e em Santa Catarina.

Em 2005 a Companhia apresentou-se com o espetáculo Solilóquio (preciso escrever uma carta) nas cidades de União da Vitória, São Paulo (Votorantim), Pato Branco e Paranavaí. E com O Tombo, marcou presença nas cidades de Natal e Ourinhos.

Para 2006 um novo espetáculo foi criado: Um Dia fora do Tempo, sob a direção de Maurício Vogue. Participaram da montagem os integrantes do grupo e os artistas convidados: Kátia Drumond, Adriana Seiffert, Cleydson Nascimento e Katiane Negrão. A concepção do espetáculo foi baseado no conceito do Surrealismo, da Teoria Quântica e do Caos para compor um cenário que retrata o cotidiano, o imaginário inconsciente e o absurdo.
O nome 'Um Dia Fora do Tempo' surgiu na descoberta de uma curiosidade sobre o Calendário Maia. Para eles, o ano termina no dia 24 de julho e começa somente no dia 26. Conhecido pelos Maias como "o dia fora do tempo", o dia 25 não existe, pois, segundo os costumes, esta lacuna é necessária para que se possa refletir sobre a vida, sobre os atos no passado, presente e futuro.

Em 2007 foram apresentadas as coreografias “Leggo” de Júlio Mota e “Espécie em Extinção” coreografia da Jane Comfort resultado de um projeto de intercâmbio cultural chamado “Performance Americas” e viabilizado pela National Performance Network e o Centro Cultural Teatro Guaíra.

Em 2008 surge o projeto Vitrine, criado pela professora Rosemeri Rocha, e através do processo de criação coletiva e investigação coreográfica foi criado o novo espetáculo "Tudo Porque Chorei".

Em 2009 foi apresentado o espetáculo “Faces”.
Criado por Eunice Oliveira, “Faces” mostra através do colorido das luzes toda a beleza da coreografia, que tem como objetivo provocar uma reflexão a respeito da construção das imagens que o ser humano faz de si mesmo e de seus semelhantes. As modificações dessas imagens, com o decorrer da vida, também fazem parte da essência do roteiro criando assim um espetáculo bastante original.


Em 2010 o Guaíra 2 Cia de Dança (G2) completou 10 anos.

Esta data foi comemorada com a estreia do espetáculo “Portfólio”. Uma retrospectiva dos 10 anos de existência do G2 compreendendo a grande maioria dos trabalhos coreográficos. A seleção foi determinada por cenas representativas das diversas obras do repertório da companhia e que guardam uma coerência entre si permitindo uma sequência harmônica entre cada uma das cenas, o que possibilitou um melhor diálogo entre elas.

Como parte das comemorações, o espetáculo lança um olhar sobre o passado ao mesmo tempo que abre futuras possibilidades de projetos que se espera possam se concretizar em novas criações.
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