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6 curiosidades sobre a música de O Lago dos Cisnes

Originalmente criticada por ser “sinfônica demais para um balé”, a música que conhecemos hoje de O Lago dos Cisnes é, na verdade, resultado de várias interferências e adaptações na obra original de Tchaikovsky. Confira 6 curiosidades sobre a música do balé que será apresentado no Guairão do dia 27 a 30 de junho, às 20h30, pelo Balé Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná.

A composição de O Lago dos Cisnes foi encomendada pelo Teatro Bolshoi de Moscou

Em 1876, o Teatro Bolshoi encomendou ao compositor russo Tchaikovsky um balé original para a sua companhia de dança. Tchaikovsky era um compositor da época do romantismo, fase em que a literatura, a música e a dança traziam histórias de amor com finais trágicos. A versão original de O Lago dos Cisnes estreou no Bolshoi no ano seguinte, em 1877.

Foi o primeiro balé composto por Tchaikovsky


O compositor se empolgou com as músicas do Lago dos Cisnes e escreveu muito mais material do que seria necessário. Como resultado, a versão clássica que conhecemos hoje é, na verdade, uma versão mais curta, editada após a morte de Tchaikovsky.

As primeiras críticas que o balé recebeu não foram amigáveis

Apesar de alguns terem reconhecido as virtudes musicais do trabalho de Tchaikovsky, a maior parte dos críticos considerou a peça muito complexa para um balé. A música foi classificada como barulhenta e sinfônica demais, lembrando os trabalhos grandes e pesados de Richard Wagner. Até mesmo os bailarinos da estreia falaram que era muito difícil combinar a música com os movimentos graciosos e fluídos que a montagem exigia.

O Lago que conhecemos hoje não é o mesmo da versão original

Após a chuva de críticas, o balé foi enterrado pelos sucessos de A Bela Adormecida e O Quebra-Nozes, também compostos por Tchaikovsky. O Lago dos Cisnes só virou o clássico que é hoje após a morte de seu compositor, quando o coreógrafo Marius Petipa resolveu revisitar a obra, encomendando a edição de algumas músicas e reformulando as coreografias originais.

A música original contém trechos de peças populares da época

Na época de Tchaikovsky, era comum que os compositores incluíssem trechos de músicas folclóricas conhecidas pelo público e danças em homenagem a outros países. Apesar de não serem o foco principal da montagem clássica, as danças russas, húngaras, espanholas e chinesas aparecem como convidadas especiais nas cenas da festa de aniversário do Príncipe.

A versão do BTG é uma versão contemporânea da história

Foto em preto e branco. À esquerda, grupo de bailarinos com braços estendidos para o alto e para os lados, sem padrão. Eles olham para a direita. Um homem vestido de preto está parado em pé no canto direito da imagem, olhando para a direita.

A versão de O Lago dos Cisnes, que será apresentada pelo Balé Teatro Guaíra de 27 a 30 de junho é uma releitura contemporânea não só para a dança, mas também para a música. Segundo o maestro Luís Gustavo Petri, que irá reger a Orquestra Sinfônica do Paraná durante as apresentações, a música apresentada foi construída por ele junto ao coreógrafo Luiz Fernando Bongiovanni. “Como essa é uma releitura, eu e o coreógrafo nos juntamos e montamos uma sequência menor, mas que mantém a lógica da história e preserva a música. Nosso desafio foi reconstruir uma música que foi construída em vida de Tchaikovsky ela foi muito mexida e nós temos que fazer essa versão funcionar”, explica o maestro.

Não perca as apresentações de O Lago dos Cisnes no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto, o Guairão, dias 27, 28, 29 e 30 de junho, às 20h30. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) e estão disponíveis na bilheteria do teatro ou pelo Disk Ingressos.

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